Em 1990, nasceu na Ramada um grupo de oração mariano, esse grupo cresceu de tal modo que fez sentir a necessidade de um espaço próprio. Surgiu então a ideia da formação de uma comissão para a construção da Igreja da Ramada. O projeto da Nova Igreja foi aprovado pelo Conselho das Novas Igrejas do Patriarcado e, no ano seguinte, no domingo de Pentecostes, teve lugar o lançamento da primeira pedra, a 23 de Maio de 1993, com a presença do cardeal patriarca de Lisboa, então, D. António de Ribeiro, antecedida na véspera por uma procissão: a primeira da paróquia de Odivelas (à qual pertencia a Ramada) em mais de 20 anos.

A obra é grande: são cerca de 4.500 metros quadrados de construção. As obras começaram em 1993. Em 1995, a 1.ª fase estava terminada e começou a funcionar a igreja. Em 1997 foi executada a 2.ª fase da estrutura, e em Agosto foi criada a (quase-)Paróquia da Ramada e nomeado o seu pároco. A aprovação da candidatura da construção da sede do Centro Comunitário Paroquial (IPSS), através do Instituto de Solidariedade e Segurança Social (ISSS), ao programa PIDDAC, em 2001, veio permitir o início da obra, vindo a ser inaugurada em meados de 2003.Em 2014 concluíram-se as capelas mortuárias.

A Comunidade escolhera,que a invocação: seria a Nossa Senhora, com o título que a recordava em oração com os Apóstolos, quando se deu a descida do Espírito Santo. A festa litúrgica é celebrada na véspera do dia de Pentecostes. Na cerimónia da dedicação, em 2005,  D. José Policarpo afirmou: “A Igreja aponta para o céu. A vossa é particularmente bonita: ao longe, já se vê a igreja a apontar apara o céu. A Eucaristia é o centro deste povo que caminha para o céu. Que nunca deixeis de caminhar para o céu. (…): Há sete anos abençoei-vos porque precisavam. Hoje, abençoo-vos porque mereceis. Continuai a construir a igreja viva, da qual esta igreja material é só o principio.”